sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Achado no Japão o anzol mais antigo do mundo, de 23 mil anos




Um anzol de aproximadamente 23 mil anos, considerado o mais antigo do mundo, foi descoberto em uma caverna na Ilha de Okinawa, no sudoeste do Japão, confirmou na terça-feira à Agência Efe, um porta-voz do museu encarregado da pesquisa. 


O anzol de 1,4 centímetros de comprimento e com forma de uma meia lua é feito com conchas de caracol de mar, e representa um raro descobrimento sobre as técnicas de pesca do Paleolítico ou a Idade de Pedra, de acordo com a informação divulgada pelo Museu Prefectural e Museu de Arte de Okinawa. 


A ferramenta foi descoberta em 2012 diante de uma escavação na Caverna de Sakitari, em Nanjo, na Província de Okinawa. 


Os pesquisadores determinaram a idade do anzol mediante da datação por radiocarbono (um método de datação radiométrica que utiliza o isótopo carbono-14 para determinar a idade de materiais que contêm carbono para cerca de 50 mil anos) do carvão vegetal da camada onde se encontrava o instrumento. 


"É um material valioso que ilustra um novo aspecto do período paleolítico, durante o qual nós pensamos que as pessoas caçavam principalmente em terra", explicaram as fontes do museu à agência "Kyodo". 


Até agora, o anzol mais antigo do mundo tinha sido descoberto por um grupo de arqueólogos australianos no Timor-Leste, no entanto, sua idade é de entre 16 mil e 23 mil anos. 


Pesquisadores japoneses também encontraram um anzol inacabado, com entre 13 mil e 23 mil anos, assim como fragmentos de cascalho que acham ter sido utilizado para afiar o objeto. 


Além disso, foram escavados os ossos de uma criança que se estima ter vivido há cerca de 30 mil anos. 


A descoberta da equipe liderada por Masaki Fujita, quem também é curador no Museu de Okinawa, foi divulgado em artigo publicado na revista americana "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), no dia 16 deste mês.




Fonte: Terra

Gatos acompanharam vikings em suas conquistas

 
 
Nova pesquisa indica que felinos faziam companhia aos marinheiros.
 
 
Bem antes de se tornarem símbolos da cultura da internet, os gatos estavam viajando por ai ajudando povos antigos a conquistarem o mundo. É o que mostra um estudo apresentado semana passada no Simpósio Internacional de Arqueologia Biomolecular na Universidade de Oxford, na Inglaterra.


A pesquisa — que ainda precisa ser revisada por profissionais da área para ser publicada — foi realizada por arqueólogos do Instituto Jacques Monod, na França, que sequenciaram os DNAs de gatos que viveram entre 15 mil e 3,7 mil anos atrás.


"Nós não sabemos a história dos gatos antigos. Não sabemos quais são suas origens ou como eles se dispersaram pelo mundo", disse a pesquisadora Eva-Maria Geigl, do IJM, em entrevista à Nature.


As evidências encontradas até então indicam que os felinos foram domesticados pelos egípcios por volta de seis mil anos atrás. O que a equipe de Geigl fez foi analisar os DNAs mitocondriais dos restos de 209 gatos de 30 sítios arqueológicos da Europa, Oriente Médio e África.


A partir das análises, os cientistas chegaram à conclusão de que as populações de gatos cresceram em duas ondas. Eles sugerem que, após serem domesticados, os gatos se espalharam pela Eurásia e pela África.


Os humanos teriam, então, percebido os benefícios de ter os gatos por perto. Para os marinheiros, por exemplo, era uma ótima forma de manter os ratos longe dos mantimentos nas viagens.


Os vikings faziam parte dessa saga: a equipe de Geigl encontrou restos de felinos com esse tipo de DNA em um sítio arqueológico viking no norte da Alemanha, o que é um forte indício de que os felinos podem ter acompanhado muitas expedições ao redor do mundo.


O estudo ainda precisa ser aprovado para ser publicado por um periódico, mas pode abrir um caminho para melhorar a compreensão que os humanos têm da história dos felinos antigos.




Fonte: Galileu

Fóssil de 48 milhões de anos mostra cobra que comeu iguana que comeu inseto





Paleontólogos descobriram um fóssil que pode ilustrar a cadeia alimentar.


Na barriga de uma cobra foi encontrada a ossada de um lagarto, que por sua vez tem um inseto dentro. Ou seja, há cerca de 48 milhões de anos o lagarto comeu um inseto, a cobra comeu o lagarto e todos morreram em um lago vulcânico.


O conjunto de fósseis estava em uma pedreira abandonada chamada Messel Pit, no sudoeste da Alemanha. Após analisar o material, os pesquisadores afirmaram que a iguana comeu um inseto brilhante e dois dias depois foi devorada pela cobra.


Não está claro como foi que a cobra (com os outros dentro) morreu. Mas uma das hipóteses é que por estar muito próximo de um lago vulcânico, o réptil foi envenenado ou sufocado por fumaças tóxicas.


Após a morte o cadáver caiu no lago, onde a "boneca russa" de esqueletos foi preservada perfeitamente por milhões de anos.


Esta não é a primeira vez que um material que mostra claramente o resto de três animais "um em cima do outro" é encontrado.


Em 2008, pesquisadores austríacos encontraram um fóssil de 250 milhões de anos que tinha preservado um tubarão, que tinha comido uma espécie de anfíbio (não identificada), que tinha engolido um pequeno peixe.


"É provável que eu passe o resto da minha vida profissional sem nunca encontrar um fóssil assim novamente, tamanha a raridade deste evento", afirmou o paleontólogo Krister Smith, do Instituto Senckenberg, na Alemanha, durante entrevista ao National Geographic. "Foi pura surpresa".


Se há um lugar favorável para encontrar mais desses fósseis malucos é no próprio sítio fossilífero de Messel, onde já foram descobertos animais como um besouro brilhante turquesa fossilizado e em grande parte intacto, e duas tartarugas que estavam tendo relações sexuais.





Fonte: UOL

Fotógrafo faz novo registro nítido do que seria o 'monstro do lago Ness'



Um fotógrafo amador da Escócia capturou uma das mais nítidas imagens já relatadas do que seria o "Monstro do lago Ness". Ian Bremner, de 58 anos, estava passando pelo local quando avistou algo diferente se movimentando na água e fez o clique. Só quando chegou em casa percebeu que aquele poderia ser um registro histórico. As informações são do jornal Express.


A foto mostra a criatura de cerca de 1,80m, de cor acinzentada, nadando a uma certa distância da margem do lago, entre os vilarejos de Dores e Inverfarigaig.


"É uma parte do mundo que sempre te faz repensar o que você está vendo", disse Bremner. "Quando você está lá, está sempre olhando para a água para ver se encontra algo. Você começa a ver coisas, mesmo quando você sabe muito bem que não existe nada".


Ian Bremner, no entanto, afirma que sempre foi cético em relação ao mistério envolvendo a lenda de Nessie, como é "carinhosamente" chamada a criatura misteriosa que habitaria o lago.


"Normalmente sou um pouco cético quando se trata de Nessie e acho que é apenas algo para os turistas. Mas estou começando a pensar que há algo ali".


A foto de Ian se encaixa perfeitamente com Nessie. Desde 1933 o "monstro" é descrito como uma espécie de serpente longa, que chegou a atravessar uma estrada deixando para trás um rastro viscoso na vegetação. Em 2001, pescadores avistaram uma criatura de 1,80m colocar a cabeça para fora da água. Desde então, ele teria sido avistado outras cinco vezes.


A lenda do Monstro do Lago Ness faz parte do folclore do Reino Unido desde o século VI. Essa criatura habitaria o lago Ness, também conhecido como Loch Ness, que fica nas Terras Altas da Escócia.





Fonte: Extra

Cemitério pré-hispânico de cães e humanos é encontrado embaixo de um zoológico no Peru







 


 
Ele abriga restos de cães sacrificados ao lado de tumbas de jovens guerreiros.

 
 
No principal zoológico do Peru ainda estão enterrados mistérios dos antepassados. Construído entre santuários pré-hispânicos, ele abriga restos de cães sacrificados ao lado de tumbas de jovens guerreiros, também de corpos tatuados. São 54 santuários dentro do Parque das Lendas. 


Neles, há registros de três civilizações assentadas no complexo arqueológico de Maranga, no nordeste de Lima. O zoológico, que data de 1984, é chamado assim devido às lendas pré-hispânicas ilustradas na entrada do local. 


Os trabalhos demonstram que eles correspondem às culturas Lima (100-650 d.C), Ychsma (900-1470 d.C) e Inca (1200-1500 d.C), mas também há cerâmicas de uma cultura estimada de 300 anos a.C, segundo Lucenida Carrión Sotelo, chefe da direção de arqueologia do parque, em entrevista à AFP:


“Para os investigadores há muito a se descobrir em cada santuário. Desde 2011, foram encontrados 138 cães e 134 enterros humanos associados à época Ychsma”, detalhou a especialista.


No caso dos humanos, trata-se de restos mortais de pessoas entre 20 e 40 anos, mortas por golpes fortes na cabeça e nas costelas, o que supõe que eram guerreiros. 


“Tudo indica que suas mortes foram consequência de enfrentamento com outros grupos sociais”, comentou.
Um dos enigmas para os investigadores são os restos de cães encontrados ao lado de jovens.


“Provavelmente, para os Ychsma, sacrificar um cão era parte do ritual funerário de um guerreiro”, disse Carrión.


No santuário São Miguel, que era o centro administrativo cerimonial, os pesquisadores descobriram restos mortais de um homem e de uma mulher com tatuagens. Ela, que deveria ter entre 25 e 30 anos no momento da morte, tinha 17 tatuagens de peixes na pele de um de seus braços. 


Os arqueólogos conseguiram reconstruir grande parte desses restos e que o casal foi uma oferenda à construção do edifício, explicou.


Outra das joias que já se encontram no museu Ernst W. Middendorf, do parque, é a Senhora dos Batáns (pedras lisas grandes). Ela foi enterrada sentada junto a uma grande batán, sendo que uma das menores.





Fonte: O Globo/ Perú 21

Estudos reacendem debate sobre migrações africanas que povoaram o planeta



O debate de longa data sobre quantas ondas de emigração africanas levaram para os seres humanos modernos povoarem o planeta foi reaceso na quarta-feira (21) em estudos genéticos divergentes publicados na revista científica Nature.

Dois artigos disseram que um único êxodo partindo da África provavelmente resultou em populações humanas contemporâneas na Ásia, Europa e em outros lugares.

Um terceiro estudo disse, porém, ter encontrado DNA humano sobrevivente de pelo menos uma migração africana anterior a esse grande êxodo.

Ao todo, os três estudos apresentam dados de mais de 280 populações diferentes ao redor do mundo, mas não chegam a um consenso sobre o que eles significam.

A pesquisa forneceu “algumas peças que faltavam no quebra-cabeça da História humana”, disseram Serena Tucci e Josué Akey, do Departamento de Ciências do Genoma da Universidade de Washington em um comentário na revista.

Mas “muitas questões fascinantes permanecem” e são necessárias mais pesquisas “para retraçar totalmente os passos dados pelos primeiros seres humanos, enquanto eles exploraram e colonizaram o mundo”.

Muitos cientistas acreditam que as ascendências de todos os não-africanos atuais remontam a uma única população que deixou o continente há entre 40.000 e 80.000 anos.

Outros afirmam que houve uma migração anterior para o Sudeste da Ásia e para a Australásia, entre 120.000 e 130.000 anos atrás, seguida por uma migração posterior para a Eurásia.

Dois dos novos estudos parecem apoiar a primeira teoria.

Os dados genéticos – afirmam – apontam que todos os não-africanos tiveram origem em um único êxodo africano. Mas eles discordam sobre o que aconteceu depois.

De acordo com um grupo de pesquisadores, parece que os humanos modernos, ao deixarem a África cerca de 72.000 anos atrás, logo se dividiram em dois grupos: um que seguiu rumo ao norte para a Eurásia, enquanto o outro foi em direção ao leste para a Australásia.


Colonizadores extintos 


Isso foi evidenciado pelo fato de os aborígenes australianos compartilharem a grande maioria de seu DNA com outros não-africanos, disse a equipe.

Austrália e Nova Guiné têm algumas das primeiras evidências arqueológicas e fósseis de humanos modernos fora da África, e já foi especulado que os aborígines podem ter-se originado a partir de uma saída anterior da África, ligada à Ásia.

Uma segunda equipe de pesquisa concordou que houve um único êxodo africano, mas disse que a primeira divisão aconteceu um pouco mais tarde – entre os eurásios do oeste e do leste.

Nenhuma das equipes descarta a possibilidade de múltiplas migrações fora da África, mas afirmam que essas teriam contribuído muito pouco com o patrimônio genético dos seres humanos contemporâneos.

O terceiro estudo tomou um rumo diferente, mais em linha com uma teoria de múltiplas ondas migratórias.


Pelo menos 2% do genoma da população moderna da Nova Guiné – concluiu o estudo – veio de um grupo “primitivo e em grande parte extinto”, que tinha divergido dos africanos antes do que dos eurasianos, cerca de 120.000 anos atrás.

O DNA antigo pode ter sido preservado nos papuásios por causa de um canal de águas profundas que separa Ásia e Austrália que não congelou durante as eras glaciais, isolando a população lá, enquanto outros misturaram seus genes mais livremente.

“Acreditamos que pelo menos uma expansão humana adicional fora da África aconteceu antes da grande expansão descrita na nossa pesquisa e em outras”, disse o coautor do estudo Toomas Kivisild, da Universidade de Cambridge.

“Essas pessoas divergiram do restante dos africanos cerca de 120.000 anos atrás, colonizando algumas terras fora da África. Os 2% do genoma de Papua é o único vestígio remanescente dessa linhagem extinta”, acrescentou.




Fonte: Isto É

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Espécie de pterossauro de 110 milhões de anos é descoberta no Ceará

Tapejaríneos Tupandactylus também foi encontrado no Ceará e tem a maior crista craniana conhecida para qualquer animal. As cristas (craniana e mandibular) são características dos tapejaríneos 


Mandíbula de Aymberedacty-lus cearenses foi descoberta no Ceará


Pesquisadores do Museu Nacional vinculado à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) descobriram uma nova espécie de pterossauro, que recebeu o nome de Aymberedactylus cearenses. A novidade foi publicada no periódico PLOS, após análise do fóssil de uma mandíbula do animal, coletado quase intacto na Chapada do Araripe (CE).


Os pterossauros foram répteis voadores que viveram no mesmo período que os dinossauros --eles têm ancestrais em comum e são parentes próximos, mas de linhagens evolutivas diferentes.


O material foi doado por um paleontólogo ao museu e ao estudá-lo notamos que se tratava de um novo pterossauro que viveu durante o período Cretáceo, a mais ou menos 110 milhões de anos

Rodrigo Vargas Pêgas, pesquisador do Museus Nacional que participou do estudo


A mandíbula está quase completa, mas perdeu parte da crista, característica do pterossauros.


"Todos possuíam uma crista, como uma crista de galinha, mas era óssea e ficava ligada a mandíbula", explica o especialista.


Os pesquisadores ainda debatem sobre a real função do osso --não há um consenso, mas uma das hipóteses é que ele era usado para o cortejo entre machos e fêmeas.


Entre os pterossauros existia o grupo dos tapejaríneos, ao qual o Aymberedactylus cearenses pertencia. Inclusive, segundo Pêgas, os primeiros tapajaríneos foram descobertos no Brasil, que é um território relativamente rico em descobertas de pterossauros.


"Em nosso país já foram encontrados mais de 30 psterossauros, e a maioria no Ceará. Entre essas descobertas estão os primeiros tapejaríneos. E, para se ter uma ideia, das dez espécies da subfamília registradas pelo mundo, cinco foram encontradas aqui", conta.


Outros animais da subfamília também já foram encontrados em países como China, Espanha e Marrocos.
Além da crista, os animais tinham em comum a ausência dos dentes, que provavelmente perderam durante a evolução, como aconteceu com as aves.


"O bacana da descoberta do Aymberedactylus cearenses é que notamos que a espécie é primitiva e ainda não conta com uma anatomia especializada que espécies mais recentes tinham. Com isso conseguimos estudar a morfologia única do grupo e descobrir quais mudanças e adaptações aconteceram", diz Pêgas.


Uma mudança marcante foi encontrada, claramente, na mandíbula. Os pterossauros da subfamília tapejaríneos que viveram depois da espécie recentemente encontrada tinham a mandíbula curva e curta, formato que sugere uma alimentação rica em frutas. Já a Aymberedactylus cearenses, mais primitiva, contava com uma mandíbula com curva suave e mais cumprida, ainda não especializada e "adaptada" para um animal frugívoro.


O estudo, que também teve a participação de Alexander Kellner, do Museus Nacional, e Maria Eduarda Leal, da Universidade Federal do Ceará, não conta com uma reconstrução da nova espécie descoberta em vida, uma vez que não foi possível certificar como era o crânio do animal. Porém, já se conhece a estrutura de alguns outros tapejaríneos, como o Tupandactylus, também encontrado no Ceará e o animal com a maior crista craniada conhecida. 





Fonte: UOL

O esqueleto que pode decifrar origem de objeto mais misterioso da história da tecnologia









O chamado mecanismo de Anticitera é um dos artefatos mais misteriosos da história da tecnologia. E não é para menos.


Criado há 2 mil anos na Grécia Antiga, este objeto de bronze corroído não é maior do que um laptop moderno e parece uma máquina do futuro.


Em junho deste ano, um grupo de cientistas conseguiu decifrar um enigma, que desde a sua descoberta, em 1900, não havia sido solucionado: para que servia?


O "primeiro computador criado pela raça humana", tal como descreveram seus descobridores, era utilizado com fins astronômicos, como rastrear complexos movimentos da Lua e dos planetas.


Agora, um grupo de arqueólogos submarinos deu um passo adiante: recuperar restos de um esqueleto humano localizado em um barco naufragado na ilha grega de Symi, onde estava este artefato enigmático.


Enigma

 

Segundo publicou na segunda-feira a revista científica Nature, os ossos desenterrados estão em ótimo estado de preservação.


Por causa disso, os cientistas já puderam determinar que os restos pertencem a um homem jovem, ao redor de 20 anos.


Ele foi batizado de Pamphilos, que, em grego, significa "amigos de todos".


Segundo os pesquisadores, futuros exames de DNA poderiam ajudar a desvendar alguns dos mistérios que envolvem o mecanismo de Anticitera, como a origem geográfica dos ancentrais de Pamphilos e, portanto, do artefato.


Também seria possível saber detalhes físicos do jovem (cor de pele e olhos, por exemplo) e até que tipo de atividades ele realizava ou quais condições de vida tinha devido ao estado de seus ossos.




Fonte: BBC

Brasileiros recriam rosto do Senhor de Sipán, o Tutancâmon das Américas










Uma equipe de pesquisadores brasileiros apresentou a recriação do rosto do Senhor de Sipán, o primeiro grande governante até então conhecido do antigo Peru, soberano da cultura pré-hispânica mochica e cuja figura foi comparada com o faraó egípcio Tutancâmon pelo túmulo luxuoso.


As análises feitas em seu crânio determinaram que o Senhor de Sipán morreu com uma idade entre os 40 e 55 anos e que suas boas condições físicas, como o estado saudável da dentição, são sinal do alto status que teve em sua época, quando dominou a costa norte do Peru durante o século III d.C.


O designer Cícero Moraes e o dentista legista Paulo Miamoto, que integram a ONG Equipe Brasileira de Antropologia Forense e Odontologia Legal (Ebrafol), revelaram o resultado da recriação durante a inauguração do oitavo Congresso Internacional de Computação e Telecomunicações (Comtel), realizado em Lima.


Os especialistas, conhecidos por já terem recriado os rostos dos principais santos peruanos, explicaram que a maior dificuldade para obter a aparência facial do Senhor de Sipán foi reconstruir seu crânio, fragmentado com a passagem do tempo.


Também participou da apresentação o arqueólogo peruano Walter Alva, chefe da equipe de pesquisadores que em 1987 descobriu o túmulo do Senhor de Sipán em Huaca Rajada, situada perto da cidade de Chiclayo, na região Lambayeque, cerca de 860 quilômetros ao norte de Lima.


Alva disse à Agência Efe que a recriação do rosto do Senhor de Sipán oferece a aparência mais próxima à realidade das características físicas de um personagem que, em seu tempo, representou o poder divino sobre a terra.


"A impressão que me causou é quase tão significativa como o próprio descobrimento do túmulo. É uma nova maneira de recuperá-lo do anonimato e que também traz aos peruanos o símbolo de uma raça e uma identidade", disse Alva.


O túmulo do Senhor de Sipán abrigava vários objetos funerários e perto estavam sepultados 15 sacerdotes e chefes militares que compunham a corte real, cujos restos e oferendas podem ser contemplados no Museu dos Túmulos Reais de Sipán. 






Fonte: UOL

Homem afirma ter visto disco voador em Guanhães, MG








O ufólogo Eduardo Malaco afirma ter visto um disco voador sobrevoando uma montanha entre os municípios de Guanhães e Dores de Guanhães, no Vale do Rio Doce.


Ele concedeu entrevista ao apresentador Mauro Tramonte, do programa Balanço Geral, exibido pela TV Record Minas, e relatou a experiência de ter feito contato visual com uma nave “extraterrestre”.


Malaco também afirma que na mesma data, durante a noite, quando estava reunido com um grupo de amigos em uma praça no Centro de Guanhães, um objeto não identificado jogou um “jato” de luz no chão e assustou a todos.

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